Orientação jurídica especializada para quem pretende imigrar para Portugal, requerer a nacionalidade portuguesa ou organizar a sua situação previdenciária entre os dois países, com análise individual de cada caso e acompanhamento em todas as etapas.

Cada situação tem suas particularidades. Por isso, o atendimento começa com uma análise real da sua documentação, dos seus objetivos e da legislação que se aplica a você.
O atendimento começa com uma análise real – não com respostas prontas para perguntas que ninguém fez sobre a sua situação.
Larissa Rodrigues | Advocacia Internacional oferece assessoria jurídica especializada a brasileiros que pretendem imigrar, requerer a nacionalidade portuguesa ou organizar a sua situação previdenciária entre os dois países. O acompanhamento é personalizado e fundamentado na legislação aplicável a cada caso, da fase inicial ao planeamento de longo prazo, com orientação clara em cada etapa.
Cada decisão tomada sem orientação adequada pode custar mais tarde – em tempo, em dinheiro e na energia gasta a refazer caminhos.
O atendimento pode ser realizado presencialmente, em Coimbra, ou 100% remoto – conforme a sua preferência e localização.
Começa com a análise da sua documentação e dos seus objetivos, garantindo uma visão completa e precisa da sua situação jurídica.
Seguida de uma orientação jurídica fundamentada na legislação aplicável, com clareza e rigor técnico.
E do acompanhamento de cada etapa do processo, com atenção contínua ao seu caso até à sua conclusão.
Processos de imigração e nacionalidade têm prazos, etapas e documentação específica – e é normal não saber por onde começar. O meu trabalho é traduzir esse caminho em termos claros, acompanhando cada etapa para que nunca fique sem saber o que está a acontecer com o seu caso.

As respostas abaixo são informativas e de caráter geral. Cada situação tem particularidades que só uma análise individual permite avaliar.
Sim. A Lei da Nacionalidade foi alterada em 2026 e o tempo de residência legal exigido dos cidadãos de língua portuguesa, como os brasileiros, deixou de ser de cinco anos. As regras de contagem do prazo e as exigências de integração também foram revistas. Como há regras de transição entre a lei antiga e a nova, o ponto de partida é sempre verificar em que enquadramento o seu caso se encontra antes de qualquer decisão.
Em regra, os pedidos já submetidos antes da entrada em vigor da nova lei continuam a ser apreciados pelas regras anteriores, contando a data de submissão do pedido. Ainda assim, processos com falhas documentais que precisem de ser refeitos podem ficar expostos às novas exigências. Por isso, recomenda-se rever a documentação do processo com cuidado.
Este é um dos pontos que mais gera dúvidas e que foi alterado. A interpretação reforçada pela nova legislação é a de que o prazo passa a contar a partir da emissão do título de residência. Como os prazos de emissão variam, o enquadramento de cada pessoa deve ser analisado caso a caso.
Não existe um prazo único nem garantido. Os prazos dependem da via escolhida, da entidade competente e do volume de processos pendentes, que atualmente é elevado. Não é possível prometer prazos; o que se pode fazer é instruir o processo corretamente para evitar atrasos por falhas documentais.
Sim. O atendimento é totalmente remoto e serve tanto quem está a planear a mudança como quem já reside em Portugal.
O conhecimento da língua portuguesa pode ser exigido em determinados pedidos e pode ser comprovado por diferentes meios previstos na lei. A forma adequada de comprovação depende do seu percurso e do tipo de pedido, e é avaliada na análise do caso.
As duas opções são possíveis. Os serviços são modulares e adaptados à sua necessidade: pode procurar apoio para uma questão pontual, para uma fase específica do processo, ou optar pelo acompanhamento integral desde a análise documental até à conclusão.
Viver ou ter contribuído nos dois países exige planeamento. A assessoria inclui a análise da sua situação previdenciária e a orientação sobre como organizar os seus direitos entre o Brasil e o exterior, com foco em Portugal, de forma articulada com o seu projeto de vida.
Sim. Além do Direito Migratório e da Nacionalidade, a atuação abrange Direito Civil e Imobiliário, o que é útil para quem precisa de apoio em contratos, arrendamento, compra de imóvel ou outras situações jurídicas em Portugal, ou até mesmo no Brasil.
O atendimento começa com a análise da sua documentação e dos seus objetivos, seguida de uma orientação jurídica fundamentada na legislação aplicável e do acompanhamento das etapas do processo. Não há respostas automáticas: cada orientação parte da sua situação concreta.
Não. Os honorários são definidos após a consulta jurídica inicial e análise do caso, de acordo com a sua complexidade. A primeira etapa é compreender o que precisa ser feito.
Se pretende compreender as opções aplicáveis ao seu caso, agende uma consulta. Para esclarecer uma dúvida pontual antes disso, pode também entrar em contacto pelo WhatsApp.